Bateu-me uma exacerbada vontade de escrever.Mas o que escrever?Não sei.
Deu-me vontade de escrever algo sem regras, sem pontuações corretas, sem rigidez, sem tema- tese- argumento; simplesmente escrever.
Por horas fiquei pensando o quão é significante fugir das regras e da homogeneidade.Como é bom ser diferente e não ter vergonha do que somos, de como somos.
Admiro aquelas pessoas que expõem o que pensam, a maneira como vêem o mundo.Admiro aquelas pessoas que possuem um estilo descolado, desregrado, desigual.Aquele corte de cabelo diferente, aquele modelo de roupa com um diferencial, aquela característica que, quando lembrada, sabemos quem é. Admiro quem tem capacidade de viver, viver intensamente , livremente.Admiro quem revela-se, quem não tem vergonha de ser quem é, não tem vergonha dos seus amigos, de sua família, de seu passado, de seu presente, de seu futuro.
Admiro quem ama, quem vive, quem se liberta dos aprisionamentos diários.Admiro quem batalha por um sonho incansavelmente.
Não suporto quem desiste no primeiro obstáculo, quem pensa pequeno, quem não sonha, quem não vive o presente, quem se importa com a vida do outro, quem julga sem conhecer, quem mente para ganhar vantagens, pessoas esnobes.
O mundo não deve ser feito de regras e ditos, cada ser humano precisa ser livre para fazer o que bem entender. A liberdade deve pairar no ar e invadir a alma de todos os cidadãos. Devemos valorizar nossa liberdade de expressão, nossos sentimentos, nossos objetivos, nossas características pessoais.
Enfim, devemos ser nós mesmos, sem copias e sem invejas.
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